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quarta-feira, outubro 24, 2012

Novas Tecnologias Aplicadas ao Varejo - RFID


O
varejo é um setor muito dinâmico e podemos ver que novas tecnologias estão chegando e podem alterar completamente a forma como fazemos muitas coisas dentro da loja, desde o inventário de mercadorias até o pagamento no caixa.

O RFID (radio-frequency identification) é uma tecnologia que já alcançou diversos setores e cada vez está mais próximo ao setor farmacêutico. O método utilizado são sinais de radio que permite a identificação do produto à distância. É a mesma tecnologia utilizada no pedágio “Sem Parar” e que já está sendo usada, por exemplo, no varejo de moda. Por meio de uma antena implantada na embalagem ou no produto ela envia os dados para uma base transmissora dos dados. Com esse sistema, não há necessidade de ler item a item ao fazer um inventário, na conferencia de mercadoria ou até mesmo para passar o produto no caixa. O custo da antena ainda inviabiliza a implantação em ampla escala e em produtos de menor valor, porém acredito que esse problema será corrigido em breve. 

Ao lado segue a foto da antena, para vocês verem como é pequena, e o vídeo da loja do futuro com a tecnologia RFID. Abraços e até a próxima!

video


quinta-feira, agosto 02, 2012

RDC 41 de 26 de julho de 2012 Comentada


N
a semana passada a ANVISA publicou a RDC 41 para alterar a RDC 44/2009 e retornar os Medicamentos Isentos de Prescrição para o alcance do consumidor. Abaixo segue a RDC e meus comentários interpretando a nova legislação.

Altera Resolução RDC Nº 44, de 17 de agosto de 2009, que dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias e dá outras providências, e revoga a Instrução Normativa IN nº 10, de 17 de agosto de 2009.
Art. 1° O parágrafo 2º do art. 40 da Resolução da Diretoria Colegiada nº 44, de 17 de agosto de 2009 passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 40.
...................................................................................................
§ 2º Os medicamentos isentos de prescrição poderão permanecer ao alcance dos usuários para obtenção por meio de autosserviço no estabelecimento." (NR)
...................................................................................................
A alteração que a RDC 41/2012 coloca é a volta dos Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP) para área do autosserviço. Na RDC 44/2009 grande parte dos MIPs deveriam permanecer atrás do balcão. A revogação do IN 10 se deve ao fato que essa instrução dizia quais medicamentos podiam permanecer ao alcance do usuário, uma vez que agora todos os MIPs poderão ficar ao alcance do consumidor.

Art. 2°. O art. 41 da Resolução da Diretoria Colegiada nº 44, de 17 de agosto de 2009 passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 41. Na área destinada aos medicamentos, deve estar exposto cartaz, em local visível ao público, contendo a seguinte orientação, de forma legível e ostensiva, permitindo a fácil leitura a partir da área de circulação comum: "MEDICAMENTOS PODEM CAUSAR EFEITOS INDESEJADOS. EVITE A AUTOMEDICAÇÃO: INFORME-SE COM O FARMACÊUTICO”.

O cartaz com os dizeres já era obrigatório pela RDC 44/2009 e agora as farmácias que optarem por colocar os MIPs na área de autosserviço devem colocar a cartaz próximo a essas prateleiras.

§ 1°. Os medicamentos isentos de prescrição e de mesmo princípio ativo ou de mesmos princípios ativos (no caso de associações) devem permanecer organizados em um mesmo local e serem identificados, de forma visível e ostensiva ao usuário, com a Denominação Comum Brasileira (DCB) do(s) princípio(s) ativo(s) ou, em sua falta, da Denominação Comum Internacional (DCI), de modo a permitir a fácil identificação dos produtos pelo usuário.

A grande mudança nessa legislação é que aquelas farmácias que optarem por voltar os MIPs para o autosserviço deverão não mais separa-los por ordem alfabética (graças a Deus, pois o consumidor não procura produtos por ordem alfabética!!). Os MIPs devem ser agrupados pelos ativos que contém. Abaixo segue um esquema representando como os medicamentos deverão ser agrupados. A sugestão de indicação (dor e febre foi inserida por mim, pois o consumidor também não conhece o ativo, mas sim seu problema, nesse caso dor ou febre)



 § 2°. Os medicamentos isentos de prescrição devem ser dispostos de forma separada dos demais produtos comercializados na área de autosserviço. (NR)
....................................................................................................

Segundo esse parágrafo a legislação solicita que se forme uma categoria (Medicamentos Isentos de Prescrição) e que se agrupe todos esses medicamentos próximos, contemplando, por exemplo, medicamentos de gaveteiro, pomadas para dor muscular, antifúngicos e todos os outros MIPs na mesma seção.

Art. 3º. Fica revogada a Instrução Normativa IN nº 10, de 17 de agosto de 2009, publicada no DOU de 18 de agosto de 2009, Seção 1, pág 83.
Art. 4º. Esta Resolução entra em vigor na data da publicação.

Como farmacêutica gostaria lembra-los que os MIPs apesar de serem isentos de prescrição não são isentos de risco e é necessário sempre orientar o consumidor na utilização desses produtos para casos de contra-indicações e interações medicamentosas.
Até a próxima!

Regras para Precificação no Varejo

M
uitas dúvidas chegam a mim no curso de Merchandising sobre como colocar a informação de preços e o que é permitido pela legislação. A Fecomercio e o Procon SP desenvolveram uma cartilha muito interessante e que pode ser baixada através do link:  Cartilha Fecomercio Afixação de Preços 
Uma das questões mais importantes colocadas na cartilha é que quando o preço é colocado no produto este deve estar visível ao consumidor, assim devem ficar na face principal do produto. A cartilha trás também outras informações importantes em relação as placas de preço e as regras para estabelecidas pela legislação. Confiram!!


Efeito da música no ambiente de loja


U
m dos itens que auxilia a composição de uma atmosfera de loja é a musica ambiente. A música tem o poder de influenciar o humor de nossos clientes e pode ditar a velocidade com que farão as compras e analisarão os produtos. A música estimula que o cliente compre mais. Quanto mais rápido o ritmo da música maior a velocidade que o cliente fará a compra, em compensação musicas mais lentas desaceleram o ritmo de compras e aumentam o tempo de permanecia do consumidor na loja. O vídeo abaixo mostra clientes olhando produtos em uma loja enquanto uma música rápida estava tocando e quando a música é trocada para um ritmo mais lento os clientes acabam olhando os produtos com mais calma.

Dessa forma é importante escolhermos com cuidado a seleção de musica ambiente, lembrando sempre que é principalmente para agradar os clientes, portanto essa seleção não será necessariamente o tipo de música favorita da equipe da loja, mas sim um estilo tranquilo que agrade a maioria das pessoas como MPB e baladas. Devemos nos atentar também ao volume do som, mantendo num nível que possibilite ouvir a música suavemente, como um fundo.  

A musica também melhora o trabalho da equipe, pois deixa os funcionários mais felizes e produtivos, diminuindo a rotatividade da equipe. Claro que para que isso ocorra não podemos colocar o mesmo CD para tocar o dia inteiro, pois nesse caso os funcionários ficarão irritados!!

Na farmácia a música pode auxiliar a criação de uma atmosfera de compras e influenciar o humor dos clientes. Quando a música é rápida os clientes aumentarão sua velocidade e ficarão menos tempo na loja e quando é mais lenta o cliente permanece mais tempo. 

quinta-feira, junho 28, 2012

Econofarma


S
emana passada, nos dias 21 e 22 de junho de 2012, ocorreu a Econofarma no Parque Anhembi. A feira contou com a presença de vários players do mercado farmacêutico. Estive representando o Conselho Regional de Farmácia e autografando meus livros que foram lançados na feira no stand da editora Contento.



Os livros lançados foram:

    
       Cosméticos e Dermocosméticos na Farmácia: conhecimentos essenciais para orientação do consumidor;
         
     
   Patologia da Pele: conhecimentos básicos para atendimento no varejo;
           
        
    Gestão de resíduos aplicada a farmácias e drogarias.



Também fizemos a divulgação dos livros antigos:
  
           
Fisiologia da Pele: conhecimentos básicos para atendimento no varejo;
        
RDC 44/2009: um guia para aplicação das boas práticas farmacêuticas em farmácias e drogarias;
          
 Dicionário de termos do varejo farmacêutico.



Para mais informações e para adquirir os livros é só entrar no site da Loja Contento